Interfone no celular

O interfone toca no seu bolso.

O visitante chama no portão. O morador vê quem está lá e abre a porta pelo celular — em casa, no trabalho ou a mil quilômetros dali.

19:42
Chamada do condomínio
Portão social
AO VIVO Entregador com mochila de entrega na porta do prédio, visto pela câmera do interfone.
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Na entrada
O facial que já está lá vira o interfone

O equipamento da portaria ganha o ramal pela nuvem. Nada de PABX na parede, linha alugada ou monofone em cada apartamento.

Quem decide quem entra é o morador — esteja ele onde estiver.

Uma visita, do portão ao bolso

Quatro passos, nenhum fio novo

O visitante chama no equipamento que já existe na entrada. O resto acontece na nuvem.

1 O visitante chama Aperta o botão ou digita o apartamento no próprio facial da entrada — o mesmo que reconhece os moradores.
2 Todos os telefones tocam O sistema descobre quem mora ali e chama a unidade inteira ao mesmo tempo. Quem atender primeiro fala; nos outros para de tocar.
3 Ele vê antes de decidir A chamada chega com a imagem ao vivo do portão. Ninguém libera a entrada no escuro, confiando só na voz.
4 Abre a porta na tela O botão de abrir está na mesma tela da chamada. Sem descer, sem monofone na parede.
Ninguém fica de fora

Três jeitos de atender

Pelo aplicativo Imagem do portão, conversa e o botão de abrir na mesma tela. É por onde a chamada sai mais barata — cerca de nove vezes menos que ligar pro celular.
Por ligação comum Quem não quer aplicativo recebe uma ligação de voz no celular e abre a porta digitando um código no teclado. Sem smartphone, sem exclusão.
Pela portaria O porteiro atende pelo navegador, de qualquer lugar: discador, histórico, imagem do visitante e o botão de abrir a porta.
O que muda no prédio

A central telefônica virou software

Sem caixa na parede, sem linha alugada, sem técnico pra manter telefonia.

A entrega não volta pro depósito

O morador libera o entregador do trabalho, do trânsito ou da praia. A visita não vai embora porque ninguém atendeu.

Ele vê antes de abrir

A imagem da câmera do portão chega junto com a chamada — e continua na tela enquanto ele conversa.

Sem central no prédio

Nada de PABX, linha alugada ou caixa telefônica. A central vive na nuvem e é atualizada sem ninguém subir no prédio.

O equipamento se configura sozinho

O facial da entrada vira ramal pela nuvem. Ninguém digita senha no painel do equipamento.

Toca em todos, atende quem puder

A unidade inteira toca junto — quem estiver mais perto do celular resolve. E o que não foi atendido fica registrado.

A conta é do síndico

Ele escolhe, unidade por unidade, quem atende pelo app e quem atende por ligação. É essa chave que define o custo do mês.

Nos bastidores

As perguntas que o síndico faz

Precisa trocar o interfone? Não. O equipamento facial que o condomínio já tem na entrada passa a ser o interfone.
Precisa de central telefônica? Não. Nada de PABX no prédio, linha alugada ou manutenção de caixa de telefonia.
E fica o registro do que aconteceu? Fica: quem chamou, a que horas, quanto durou e quem atendeu — inclusive as chamadas que ninguém atendeu.

Seu interfone pode tocar no celular ainda este mês.

Use o equipamento que já está na entrada — a instalação é de software.

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