Ponto eletrônico

Bater ponto virou uma selfie.

O porteiro, o zelador e a faxineira registram entrada e saída pelo celular ou pelo totem da portaria — com o rosto. Cada batida vira um registro no padrão da lei, com comprovante, e o gestor fecha o mês num clique.

Bateu agora Entrada registrada · 07:58

Reconhecido pelo rosto e dentro do condomínio — sem cartão, sem relógio na parede.

Registro REP-P NSR 004821 · marcação lacrada

Número sequencial único, hash de integridade e nada de edição — Portaria 671/2021.

Na hora Comprovante emitido

O funcionário baixa o comprovante da própria batida, com NSR e hash. Prova pra ele e pro condomínio.

O registro que o auditor pede — sem planilha e sem relógio de cartão.

Do rosto ao comprovante

Quatro passos, nenhum relógio na parede

O funcionário bate no aparelho que já está na portaria — ou no próprio celular.

1 Abre pra bater No celular pelo navegador ou no totem da portaria. Sem app de loja obrigatório, sem instalar nada.
2 Confirma com o rosto Reconhecimento facial com prova de vida, e o GPS confere que ele está no condomínio.
3 Vira registro REP-P Número sequencial (NSR), marcação imutável e lacre de integridade. Ninguém edita depois.
4 Sai o comprovante O comprovante de registro (CRPT) é gerado na hora, com NSR e hash. O funcionário baixa o dele.
Ninguém fica de fora

Três jeitos de bater ponto

No celular Abre no navegador, tira a selfie e pronto. Sem sinal? A batida fica numa fila no aparelho e sobe sozinha quando a conexão volta.
No totem da portaria Um tablet fixo identifica quem é pelo rosto — ou por um PIN de seis dígitos. Vários funcionários no mesmo aparelho.
Pelo WhatsApp Onde o condomínio liberar, a batida pode sair por mensagem — pro funcionário que não tem como abrir o app na hora.
O que o gestor ganha

O mês fecha sozinho, e a lei fica em ordem

Da batida ao arquivo que a fiscalização pede, sem digitar nada.

REP-P de verdade

Portaria 671/2021: número sequencial (NSR), marcação que não se apaga, e os arquivos AFD e AEJ gerados e assinados.

Comprovante a cada batida

O CRPT sai na hora, com NSR e hash de integridade. O funcionário guarda o dele; o condomínio, a prova.

Espelho que fecha o mês

Horas trabalhadas, saldo, atrasos, hora extra a 50% e 100%, adicional noturno e DSR — funcionário por funcionário.

Ajuste com aprovação

Esqueceu de bater? O gestor corrige — mas quem pede não aprova o próprio ajuste, e a batida original nunca é apagada.

Vai pra folha

Exporta as marcações pro software de folha — Domínio, Senior, ADP, Totvs e Sage — sem redigitar batida por batida.

Bate até offline

Portaria sem internet não trava o ponto: a batida fica na fila do aparelho e sincroniza quando a conexão volta.

Nos bastidores

As perguntas que o síndico faz

Precisa de relógio de ponto na parede? Não. O funcionário bate pelo celular ou pelo totem — o registro eletrônico (REP-P) dispensa o relógio de cartão.
E se o funcionário esquecer de bater? O gestor inclui a marcação por um ajuste, com trilha: quem pediu, quem aprovou, e a batida original intacta ao lado.
Dá pra provar pro fiscal? Cada batida gera comprovante (CRPT), e o mês fecha com os arquivos AFD e AEJ assinados — o que a Portaria 671 exige.
Serve pra vários funcionários no mesmo aparelho? Serve. O totem da portaria reconhece cada um pelo rosto (ou por PIN), então porteiro, zelador e limpeza batem no mesmo tablet.

O ponto dos seus funcionários pode fechar sozinho já neste mês.

Sem relógio na parede, sem planilha — a instalação é de software.

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